Braga: Capotamento após acidente de aviação

Na Variante de Prado, no concelho de Vila Verde, foi esta madrugada foi palco de um despiste. O acidente ocorreu no nó de acesso à variante, na freguesia da Vila de Prado.

O condutor terá perdeu o controlo da viatura, entrando em despiste, Tendo resvalado para a vala e acabou por capotar. Uma ambulância da corporação de Bombeiros Voluntários dos Arcos de Valdevez, que passava no local em direcção ao alto minho, socorreu as vítimas, mas estas, e segundo fonte dos bombeiros, não necessitaram de apoio diferenciado de saúde ou cuidados hospitalar.

Vila verde : A terra do amor!

Bai carta feliz buando/ No bico dum passarinho/ Cando bires meu amor/ dale um abrasso e um veijinho.’ A quadra simples e com ortografia adaptada à pronúncia do Minho é a que mais se lê nos lenços dos namorados que, diz a lenda, nasceram em Vila Verde. É por isso que os primeiros convites para visitar o concelho são feitos em fevereiro. É o mês dos namorados e o município veste fato de gala e organiza uma festa de arromba, com desfiles de moda e jantares cheios de romantismo. O concelho de Vila Verde nasceu da junção, em 1855, dos municípios de Pico de Regalados, Vila Chã, Penal e Prado. Começa no Vale do Cávado, é atravessado pelo rio Homem e pelo Neiva e sobe até Aboim da Nóbrega, onde se avista o Lima. Trata-se de um território de características rurais, com tradições agrárias profundas, que o povo realça numa quase centenária festa das colheitas, por alturas do S. Miguel. No verão, há malhadas de centeio e representações do ciclo do linho com a arranca, a ripagem, maceração e espadelagem. O centeio ainda se semeia, mas o linho é apenas para as representações e para ‘alimentar’ o museu, que pode ser visitado em Marrancos. Vão longe os tempos das longas noites com mulheres a fiar à lareira e as crianças a fazer canelas. As vindimas continuam a ser uma festa, com as noites a terminar numa concertinada a dar ritmo ao pisar das uvas nos lagares ou as desfolhadas à moda antiga nas eiras cujas lajes resistem à modernidade. À mesa serve-se um arroz de frango pica-no-chão e o verde tinto que escorre como lágrimas no interior das tigelas. O rei da capoeira tem de ser criado à solta e exclusivamente com produtos da terra.